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Programa Educação para o Trabalho – Novas Conexões




O que é?
Trata-se uma tecnologia social desenvolvida para contribuir com a inclusão de jovens socialmente desfavorecidos, por meio do desenvolvimento de competências que ampliem as possibilidades de inserção no mundo do trabalho, geração de renda e participação na sociedade.

Suas estratégias fundamentais são a criação de um blog, a construção de um plano de desenvolvimento profissional ou de negócios e o desenvolvimento de um plano de ação na comunidade, visando a conectividade, a formação integral do aluno, a participação em sua comunidade e a inclusão social.
Fundamenta-se ainda na tecnologia para aquisição de uma cultura livre e globalizada, na participação social e política, na metodologia de redes – como forma de conexão do jovem com o mundo –, no pensamento sistêmico e na construção de uma cultura empreendedora, possibilitando oportunidades de realizações e, consequentemente, o desenvolvimento do capital humano e a geração de renda. 

Histórico
Em 1996, o Senac São Paulo, preocupado com a inclusão de jovens e as reduzidas possibilidades de ingresso e permanência no mundo do trabalho, desenvolveu como uma de suas ações sociais, o Programa Educação para o Trabalho. Essa ação educacional logo passou a ser adotada por outras empresas e organizações parceiras, também mobilizadas para contribuir com o futuro dos jovens de suas comunidades.
Mais do que o desenvolvimento de competências técnicas específicas, o Programa dedica-se a trabalhar nos participantes as competências básicas e gerais para o mundo do trabalho e para a formação do cidadão. Ao longo de sua existência, o Senac sempre primou pela constante busca da inovação tecnológica e educacional, procurando acompanhar e trazer para os seus programas as tendências do mundo do trabalho e da sociedade, assim como as necessidades e inquietações dos jovens.
Em sua 3ª edição, realizada em 2008, o Programa recebeu em seu título o complemento “Novas Conexões”, considerando as tendências atuais e futuras que apontam para uma nova forma de conviver e se relacionar diante do mundo globalizado.

Resultados
O Programa já capacitou mais de 40 mil alunos e, atualmente, é desenvolvido em diversas regiões do Estado de São Paulo, englobando cerca de 53 municípios. A meta para 2009 é atender 4.500 jovens.

Em pesquisa publicada em junho de 2008, constatou-se que, após um ano de conclusão do curso, 57% dos jovens estão trabalhando; 76,9% deles assalariados com carteira assinada, 64% há mais de 6 meses no mesmo emprego, 49% no comércio e 37,4% em empresas de grande porte.
Estes dados indicam que o Programa obtém, entre as alternativas similares, um dos mais altos índices de inserção de jovens no mundo do trabalho, sendo avaliado positivamente por todos os públicos envolvidos.

Parceiros
Entre os parceiros do Programa estão empresas privadas, organizações sociais e prefeituras de todo o Estado de São Paulo, como Coca-Cola Femsa, Instituto Eurofarma, Instituto Alana, Açúcar Guarani, Instituto Educacional Francisco de Assis, Legião Mirim de Catanduva e as prefeituras municipais de Louveira, Monte Alto, Praia Grande, Águas de Lindóia, Mirassol e Valinhos, entre outras.

Depoimentos
“O Programa Educação para o Trabalho foi um ponto fundamental na minha vida. Eu tinha 17 anos e queria muito trabalhar, mas não sabia como procurar um emprego, como me vestir para uma entrevista e não tinha a mínima idéia de como falar com um cliente. Com as aulas, aprendi a me expressar melhor e, inclusive, descobri a minha paixão pela informática. Certamente, se eu não tivesse participado do Programa, não teria feito a faculdade e não seria professor hoje”, afirma Gilberto Caldeira da Silva, ex-aluno e atual docente do curso de Tecnologia da Informação no Senac Ribeirão Preto.
“O programa foi fundamental para o meu processo de amadurecimento profissional e pessoal. Através do curso pude trabalhar minhas competências profissionais e reconhecer o meu potencial pessoal, pois mais do que trabalhar aspectos técnicos, o Programa proporciona um aprendizado para a vida. Tornei-me uma pessoa mais crítica e exigente. Além disso, pude perceber que um bom profissional se constrói tanto pelo seu conhecimento técnico, quanto pelos valores éticos exercidos diariamente”, diz Andreza Matsumoto, ex-aluna do Programa, hoje técnica de desenvolvimento profissional do Senac São Paulo.

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